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RonaMagic
Miami · Conferência Leste · Divisão Sudeste

Miami Heat

Desde 1988 3 títulos MIA

Contra Orlando nesta temporada

  • Sex, 16 out

    Miami Heat

    19h00 (horário de Orlando) Pré-temporada Faixa 5 a partir de US$ 26
  • Sex, 12 fev

    Miami Heat

    19h00 (horário de Orlando) Faixa 3 a partir de US$ 39
  • Seg, 05 abr

    Miami Heat

    19h00 (horário de Orlando) Promoção Faixa 3 a partir de US$ 39

História

Três títulos e a cultura de trabalho mais falada da liga. Fundado em 1988, o clube ganhou em 2006 com Dwyane Wade e Shaquille O'Neal — o mesmo Shaq que começou a carreira em Orlando —, e depois em 2012 e 2013, quando LeBron James, Wade e Chris Bosh se juntaram no elenco que ficou conhecido como "Big Three" e chegou a quatro finais seguidas.

Fora os títulos, a marca do clube é a chamada "Heat Culture": exigência física levada ao extremo, jogadores não draftados que viram titulares, e uma diretoria praticamente inalterada há décadas. É o time que mais transforma jogador desconhecido em peça de rotação na NBA atual. Em 2023, chegou à final vindo do play-in, algo que nunca havia acontecido na história da liga.

Estrelas

Miami fechou a temporada 2025-26 em 43-39, décimo colocado do Leste, e caiu na primeira fase do play-in para o Charlotte na prorrogação — a primeira temporada sem playoffs desde 2019.

O estilo mudou junto com o elenco. O time jogou no ritmo mais rápido da liga, com 103,4 posses por partida, e foi o segundo em pontos marcados, com 120,9. A defesa, que por anos foi a marca da casa, terminou em décimo terceiro lugar. É jogo de placar alto, e o motivo é o ataque.

O elenco mudou de patamar em 2026, com a chegada de Giannis Antetokounmpo ao lado de Bam Adebayo — que no mesmo ano marcou oitenta e três pontos numa partida, o segundo maior placar individual da história da NBA. Na mesma troca saíram Tyler Herro, Jaime Jaquez Jr., Kel'el Ware e Kasparas Jakučionis, mais a décima terceira escolha de 2026 e primeiras rodadas de 2031 e 2033. Erik Spoelstra segue no comando.

Para o torcedor brasileiro, é um jogo com atrativo extra: a região metropolitana de Miami é a terceira dos Estados Unidos em número de imigrantes brasileiros, e a de Orlando é a quarta.

Curiosidades

A "Heat Culture" tem um símbolo literal: jogadores que chegam acima do peso combinado treinam separado até atingir a meta, e isso vale para estrelas.

Udonis Haslem, que nunca foi draftado, jogou vinte temporadas pelo mesmo time — quase todas como reserva e líder de vestiário.

Pat Riley chegou ao clube em 1995, sete anos depois da fundação, e desde então comanda a direção do basquete com pouquíssima rotatividade em volta.

Em 2026, Bam Adebayo marcou oitenta e três pontos numa partida, superando os oitenta e um de Kobe Bryant.

O time já venceu vinte e sete partidas seguidas numa temporada.

A arena fica de frente para a baía, e a vista da entrada é um dos cartões-postais da cidade.

Em 2023, o clube chegou à final vindo do play-in, algo inédito na história da liga.

Rivalidade com Orlando

É o jogo mais próximo de uma rivalidade regional que Orlando tem. As duas cidades ficam a cerca de três horas e meia de carro, dividem o mesmo estado, disputam a mesma cobertura de imprensa e brigam pela mesma torcida — inclusive a brasileira, que é numerosa nas duas.

Não há uma grande série de playoffs entre os dois, em boa parte porque raramente estiveram fortes ao mesmo tempo.

Mas o jogo enche, a torcida visitante aparece em peso e o clima é visivelmente diferente do resto do calendário. Sendo adversário de mesma divisão, o encontro se repete ao longo do ano — e é dos poucos em que a arquibancada fica dividida ao meio.

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