New Orleans Pelicans
Contra Orlando nesta temporada
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Ter, 02 fev
19h00 (horário de Orlando) a partir de US$ 31
New Orleans Pelicans
História
Uma das franquias mais recentes da NBA em sua forma atual. O clube chegou a Nova Orleans em 2002, quando o Charlotte Hornets original mudou de sede levando nome, cores e história. Em 2013 trocou o nome para Pelicans; em 2014 ficou acertado que a identidade Hornets e as estatísticas de 1988 a 2002 voltariam para Charlotte, e o time atual conta a própria história a partir de 2002.
Sem títulos. A trajetória é marcada por elencos promissores desmontados cedo: Chris Paul no fim dos anos 2000, depois Anthony Davis, e mais recentemente uma geração de jogadores altos e atléticos interrompida por lesões seguidas. É um clube que nunca teve o elenco completo em quadra por tempo suficiente para saber do que era capaz.
Estrelas
O elenco é um dos mais atléticos da liga, com jogadores altos que correm a quadra inteira e finalizam acima do aro — o tipo de time que produz melhores momentos toda noite, independentemente do resultado.
O resultado, em 2025-26, foi difícil: 26-56 e o 11º lugar no Oeste, fora até do play-in. Willie Green, o treinador, foi demitido logo no começo da temporada, e James Borrego terminou o ano como interino. Depois da temporada, o clube contratou um técnico definitivo para o lugar dele.
Para quem vai ao ginásio, é um adversário divertido e imprevisível. Se a sua prioridade é ver basquete atlético — enterradas, contra-ataques, jogadas acima da cesta —, este é um dos encontros que mais entregam isso.
Curiosidades
Durante o furacão Katrina, em 2005, o time jogou duas temporadas em Oklahoma City. Três anos depois, a cidade ganhou uma franquia própria, o Thunder.
O pelicano é a ave símbolo do estado da Louisiana e aparece na bandeira estadual.
A temporada da NBA coincide com o carnaval de Nova Orleans, e o time já entrou em quadra com uniformes inspirados na festa.
A cidade é o berço do jazz, e a arena fica ao lado do estádio de futebol americano.
A comida do ginásio é bastante elogiada, o que em Nova Orleans não surpreende ninguém.
O time trocou de nome onze anos depois de chegar à cidade, caso raro na liga.
Rivalidade com Orlando
Sem série de playoffs no retrospecto e sem rivalidade construída. Conferências diferentes: na prática, o encontro fica limitado a duas vezes por temporada, uma em Orlando e outra em Nova Orleans.
Quem está de viagem ganha com isso. Sem revanche a cobrar e sem série recente para desmontar no vídeo, os dois entram em quadra com menos amarras táticas: menos marcação combinada, menos ajuste de esquema no intervalo e mais posses correndo soltas. O placar tende a subir, e a partida fica mais fácil de acompanhar para quem está vendo basquete ao vivo pela primeira vez.
E há um nome em comum: desde 2026, New Orleans é treinado por Jamahl Mosley, que comandou Orlando por cinco temporadas, até a eliminação para o Detroit.