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RonaMagic
Phoenix · Conferência Oeste · Divisão Pacífico

Phoenix Suns

Desde 1968 Sem título da NBA PHX

Contra Orlando nesta temporada

  • Ter, 09 mar

    Phoenix Suns

    19h00 (horário de Orlando) Faixa 4 a partir de US$ 31

História

Sem títulos em quase sessenta anos, mas com três finais e alguns dos times mais divertidos que a liga já viu. Fundado em 1968, chegou à decisão em 1976, em 1993 com Charles Barkley — perdendo para o Chicago de Michael Jordan — e em 2021, quando liderou a série por 2 a 0 e acabou derrotado por Milwaukee.

O capítulo mais influente, porém, não rendeu final nenhuma. Nos anos 2000, sob o comando de Steve Nash e do técnico Mike D'Antoni, o time jogou um basquete de ritmo altíssimo, resumido no lema "sete segundos ou menos": arremessar antes que a defesa se organize, correr sempre, abrir mão do garrafão em favor do espaço. Não ganhou nada e mudou o esporte — praticamente toda a liga joga alguma versão daquilo hoje.

Estrelas

Phoenix aposta em ataque de perímetro e arremessadores, com folha salarial alta e expectativa de resultado imediato. O elenco mudou bastante nas últimas temporadas, com saídas importantes e uma reorganização em volta de Devin Booker. Em 2025-26 o time fechou em 45 vitórias e 37 derrotas, disputou a repescagem pela primeira vez na história da franquia e entrou nos playoffs como oitavo, caindo na primeira rodada.

Historicamente, é um time que raramente troca velocidade por controle — ainda que as últimas campanhas tenham sido mais lentas do que a fama sugere.

Para quem escolhe pensando no espetáculo, vale calibrar a expectativa. Em 2025-26 o Phoenix marcou 112,6 pontos por jogo, o vigésimo sexto entre os trinta times, contra uma média de 115,6 na liga. E não é por atacar mal: em eficiência de ataque o time ficou na média. O que ele faz é jogar devagar, com poucas posses, e isso rende partidas equilibradas, decididas no detalhe.

Como a equipe raramente altera o ritmo, é um dos adversários mais fáceis de acompanhar para quem está começando: dá tempo de ver a jogada se armar antes de ela acontecer.

Curiosidades

O time de Steve Nash nos anos 2000 não ganhou título nenhum e mudou o esporte assim mesmo: o lema "sete segundos ou menos" virou manual, e o que era ousadia — arremessar de três antes de a defesa se armar — virou o basquete padrão da liga.

Em 1976, o quinto jogo da final contra Boston teve três prorrogações e é lembrado como um dos melhores jogos da história. O Phoenix perdeu a partida e a série, e mesmo assim aquele jogo é reprisado em retrospectiva até hoje.

O ginásio fica no centro de Phoenix, uma das cidades mais quentes dos Estados Unidos: no auge do verão, a máxima média chega aos 40 °C.

Steve Nash é canadense e foi eleito o melhor jogador da liga duas vezes seguidas.

O roxo e laranja está na identidade do clube desde a fundação, em 1968.

A franquia nunca mudou de cidade nem de nome.

Charles Barkley, hoje comentarista de televisão, ganhou o prêmio de melhor jogador em 1993 pelo time.

Rivalidade com Orlando

Não existe rivalidade, nem confronto de playoffs no histórico. Equipes de conferências diferentes aparecem duas vezes por temporada no calendário uma da outra, e o jogo em Orlando é metade dessa conta.

Para o torcedor em viagem, tanto faz — e talvez até ajude. Jogo sem passado é jogo sem retranca: costuma render mais posses, mais pontos e menos daquelas sequências em que os dois times seguram a bola esperando o relógio andar.

Vale um aviso prático de expectativa: Phoenix não é jogo de placar alto. Em 2025-26 marcou menos pontos por jogo que a média da liga e esteve entre os ritmos mais lentos. Isso não torna a partida pior para quem está aprendendo — pelo contrário. Com menos posses, sobra tempo para entender cada jogada, e a decisão aparece no detalhe do ataque posicional em vez de sumir na corrida.

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